Meus Poemas-25.

Meus Poemas-25.

ANDA COMIGO.

Anda comigo, vou falar de Esperança,
Da vida que ainda agora principia,
Perde essa amarga e vã desconfiança,
Toma a minha mão de amigo,e confia.

Anda comigo, eu sei das tuas dores,
Sou mais poeta sendo teu irmão.
Nesta densa floresta cravada de flores,
O trabalho e o suor são o mesmo pão.

Anda comigo além na clareira,
Há uma fonte para matar a sede,
A água é pura, livre não se mede.
E corre de graça para quem a queira.
Por: António Jesus Batalha.

O MEU DEUS.

Este Deus Em que me encanto,
É formado por três pessoas,
Pai, Filho e Espírito Santo,
Três pessoas numa só,
O Seu amor é Infindo,
Amor que do céu tem vindo,
Para me dar liberdade,
Abrindo meu coração,
Eu sinto esta Verdade,
Verdade de salvação,
Salvação que me faz santo,
Este Deus, em que me encanto.
Por: António Jesus Batalha.

Meus Poemas-25.

ESTOU ESPERANDO.

Bem de manhã ou quando a aurora romper,
Quando radiante o sol vence em vitória,
Ou quando o escuro, o dia vencer,
Poderá aparecer Jesus em Glória.

Quando o astro-rei na sua força chegar,
Ou quando se declina com pouca luz,
Em sua beleza a lua reflectir seu luar,
Pode aparecer em Glória o Senhor Jesus.

Á meia-noite ou a qualquer hora,
Que ninguém sabe, nem pode prever,
Ao cair da noite ou ao romper da aurora,
Uma coisa sei, Ele vai aparecer.
Por: António Jesus Batalha.

AMAR.

A mar a Deus, ter fé profunda,
Procura na luz caminho certo,
Amar e ver a alma moribunda,
Ter coragem, arranca-la do deserto.

Amar a Deus de cabeça erguida,
Com plena verdade no coração,
Mostra ao mundo suave e doce vida,
Dar ao triste e abatido a solução.

Amar a Deus,não é uma frase feita,
Dizer que tem fé, paz e piedade,
Mas sim entrar pela porta estreita,
Ter no coração, de Deus a verdade.
Por: António Jesus Batalha.

Meus Poemas-25.

O QUE VALE.

O que vales mundo em tua riqueza,
O que vale o ouro e a prata que contens,
Aquilo que parece ser grande beleza,
O que de sorte lhe chamam bens.

O que vale riquezas em altos mares,
Ter ilhas com muitos corais,
Ou o vão fanatismo nos teus altares,
Com fé vã incenso queimares.

A minh’alma clama em meus sentidos,
Sinto-me inútil entender não sei,
Música que chega aos meus ouvidos,
Tudo queres ter menos de Deus a lei.

Para quê ter grande ansiedade,
Se grito ao mundo esta verdade,
Toda a canção de Amor ao universo.

Sem asas meu grito assim voa,
Levando gemidos que a alma entoa,
Ao mundo vão as palavras dum verso.
Por: António Jesus Batalha.

A Verdade Em Poesia, António Batalha, Bíblia Sagrada, Ciência, Desporto, Deus,Jesus Cristo,

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Sobre Antonio Jesus Batalha

Um Peregrino..
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